Dando sequência ao primeiro post, apresento outra imagem desse desenhista que me chamou muito a atenção. Acho fantástica a criatividade dele para criar essas cenas. Aqui tem uma clássica pancadaria generalizada entre super-heróis e um joguinho no estilo Onde Está Wally. Ah, visitem também o Deviantart do Ulises
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Incrível arte de Ulises Farinas 2
segunda-feira, 23 de maio de 2011
O Homem Aranha 2099 de Peter David e Rick Leonardi
Por Jacques
O Universo Marvel 2099 foi, assim como o Novo Universo Marvel, mais uma tentativa mal sucedida de pegar personagens que fizeram seu próprio caminho a ferro e fogo e caíram no gosto popular e transferir seu carisma para personagens novos.
É claro que houve uma ou outra exceção.
E esta é uma delas.
Neste futuro, à semelhança da insaníaca hq Transmetropolitan, a selvageria do corporativismo atingiu um novo patamar e passou a dominar a vida do cidadão comum de forma mais truculenta e invasiva, a ponto de toda cidade ser vigiada por câmeras e cada bairro de determinada cidade pertencer a uma megacorporação distinta.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Copos Marvel
Por Rafael
No site Perpetual Kid tem um set de copos da Marvel pra vender pela bagatela de U$24,99 (ufs!). Os copos são do Capitão América, Hulk, Homem-Aranha e Wolverine, com traços da era de bronze dos quadrinhos. Quando eu era pequeno, a minha vó tinha um copo amarelo, um azul, um verde e um vermelho. Nós dizíamos que o amarelo era da Mulher-Maravilha, o azul do Super-Homem, o verde do Hulk e o vermelho do Homem-Aranha... Imaginar é mais divertido.
domingo, 30 de maio de 2010
A Marvel divã (e a DC também)
Por Rafael
Assiti a uma palestra do psiquiatra Nei Guimarães Machado na Sociedade Sigmund Freud, aqui em Pelotas, sobre os heróis dos quadrinhos à luz da psicopatologia.
Fã dos quadrinhos que surgiram nos anos 40, Nei Machado mencionou uma dezena de figuras heroicas, passando pelas biografias deles, suas façanhas, inimigos e traços patológicos ou do desenvolvimento psíquico. Observou que os traumas de infância são decisivos na aparição de certos "heroísmos", as vinganças e até de patologias mentais.