Muito já foi dito sobre a... Digamos... “inadaptabilidade contemporânea intrínseca auto-infligida” inerente a Arthur Curry, vulgo Aquaman.
Dizem que ele é anacrônico e sem graça, que só está na ativa porque tem amigos influentes e dizem até que ele bebe direto da garrafa e costuma usar sua telepatia aquática para questionar seus ictio-súditos sobre onde encontrar tesouros no fundo do mar...
Bem... Eu não estou aqui para julgar, mas sim para informar.
Foi nesta divertida fase que Peter David e os ilustradores Jim Calafiore, Martin Egeland, Casey Jones, Gene Gonzalez e Joe St. Pierre mostraram que, a respeito das habilidades sociais deveras restritas de Arthur, ele tinha potencial de sobra para gerar boas histórias.
A primeira coisa que fizeram foi acabar com o visual “surfista burguês chifrado e com cara de nojo” que Aquaman (que aqui descobre seu verdadeiro nome atlante, Orin) tinha há muito tempo; ele apareceu do nada com cabelo comprido, barba e mau humor de viking contrariado.