Mostrando postagens com marcador Grant Morrison. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Grant Morrison. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Aquaman de Peter David

[caption id="attachment_3589" align="alignleft" width="195" caption="Ri disso agora!"][/caption]

Muito já foi dito sobre a... Digamos... “inadaptabilidade contemporânea intrínseca auto-infligida” inerente a Arthur Curry, vulgo Aquaman.

Dizem que ele é anacrônico e sem graça, que só está na ativa porque tem amigos influentes e dizem até que ele bebe direto da garrafa e costuma usar sua telepatia aquática para questionar seus ictio-súditos sobre onde encontrar tesouros no fundo do mar...

Bem... Eu não estou aqui para julgar, mas sim para informar.

Foi nesta divertida fase que Peter David e os ilustradores Jim Calafiore, Martin Egeland, Casey Jones, Gene Gonzalez e Joe St. Pierre mostraram que, a respeito das habilidades sociais deveras restritas de Arthur, ele tinha potencial de sobra para gerar boas histórias.

A primeira coisa que fizeram foi acabar com o visual “surfista burguês chifrado e com cara de nojo” que Aquaman (que aqui descobre seu verdadeiro nome atlante, Orin) tinha há muito tempo; ele apareceu do nada com cabelo comprido, barba e mau humor de viking contrariado.

 

domingo, 30 de janeiro de 2011

Transmetropolitan – O futuro distópico de Spider Jerusalém

Por Jacques


Warren Ellis é uma mistura da bizarrice genial de Garth Ennis com a hiperatividade divertida de Grant Morrison.


Pelo menos é essa a impressão que fica ao se ler Transmetropolitan, da Vertigo (remanescente do extinto selo Helix), que narra as insanas histórias de Spider Jerusalém, um jornalista disposto a passar por cima de tudo e todos na busca do que ele chama de “A Verdade”.


Que, no caso, é a verdade mesmo, e não uma versão dela.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Authority – Os super-heróis que você sempre quis ler

Por Jacques


Do ponto de vista filosófico, super-heróis são problemáticos, já que sua principal função é manter o status quo, ou seja, preservar a ordem social e todas as suas eternas desigualdades.


O Authority percorre o caminho oposto, assemelhando-se a uma Liga da Justiça que funciona.


Inicialmente pertencente à Wildstorm e atualmente vinculada ao UDC (em alguma das Terras do Novo Multiverso), esta original equipe foi formada após a dissolução do supergrupo Stormwatch, que era uma espécie de cópia (ou homenagem?) da Liga da Justiça.


sábado, 13 de novembro de 2010

De gênio e de louco, todo Grant Morrison tem um pouco

Por Jacques


Existem basicamente três tipos de histórias escritas por Grant Morrison: as de super-heróis normais (que todo mundo entende), as que misturam super-heróis com viagens psicodélicas (que quase todo mundo entende) e as viajandonas (que só ele entende).


Acho que é por somar esses diferentes estilos de escrita a uma imaginação sem limites mensuráveis que Grant Morrison é hoje um dos roteiristas preferidos dos fãs de hqs.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...