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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Quer Dominar o Mundo? Pergunte-me Como.

Com todo o background que adquiri depois que virei cientólogo e passei a combater Xenu pela galáxia (se você tem certeza que quer mais detalhes, clique aqui http://fantasticocenario.com.br/2011/06/22/demorou-mas-encontrei-minha-religiao/) pude constatar uma coisa fundamental, estão faltando bons vilões no mercado.



E nós do Fantástico Cenário, para não dizer que descriminamos ninguém (nem mesmo o Zorak) e estamos sempre atentos para novas frentes de trabalho, estamos aqui lançando uma nova cartada decisiva:
Você que está aí do outro lado do computador, que sempre quis ser um vilão e dominar o mundo, aterrorizar a sociedade livre, transformar o Vaticano em quadra de voleibol, andar por aí de Papamóvel gargalhando loucamente ou coisa que o valha, mas nunca soube nem por onde começar, pois bem, caro amigo facistinha, seus problemas acabaram!
Chegou o novo curso de vilania intensiva do Fantástico Cenário!!!

(pausa para os trovões ao fundo)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O Drama Segundo Kurt Vonnegut

Kurt Vonnegut é um dos melhores escritores de ficção norte-americanos.

Dele, eu li o Café-da-Manhã dos Campeões e Matadouro 5, os dois saíram pela L&PM e vale a muito a pena comprar.

O texto abaixo, veio do site de Derek Sivers, onde ele demonstra as teorias de Vonnegut sobre a relação entre as histórias e a vida.

Bem interessante.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Galaxy Rangers – Os cowboys siderais ciborgues

Por Jacques


A primeira vez que eu ouvi alguém falar “dna” foi assistindo a este singular desenho animado.


Tudo bem que eu não fazia a menor ideia do que o termo queria dizer, mas é o princípio que conta.


Galaxy Rangers passou na tv lá pela metade da década de 80 e contava as aventuras de um grupo de policiais espaciais do ano 2086 que pertenciam à B.E.T.A. (Bureau for Extra Terrestrial Affairs, espécie de agência criada para lidar com assuntos extra terrenos) e eram munidos de implantes ciborgues que lhes conferiam habilidades únicas.


Zachary Foxx era o mais velho (uma espécie de líder não oficial do grupo) e seu implante lhe permitia disparar uma rajada de energia de seu braço esquerdo artificial (ele havia perdido o braço em um ataque de criminosos espaciais, onde sua esposa, Lisa, foi capturada) de tempos em tempos.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Gamarjobat - Palhaços, e com orgulho







Gamarjobat é uma dupla de clowns japoneses modernos (tem como ser mais bizarro que isso?), silly, com certeza, mas achei bem divertido.

Fábio Ochôa

quinta-feira, 10 de março de 2011

Desenhos solares 2- Arthur de Pins

Por Fábio Ochôa


Seguindo com a lista, um francês que considero um dos melhores desenhistas da atualidade.

Traço expressivo, jovial, com um erotismo maroto e mais um adepto da linha simples e ensolarada.

Senhoras e senhores, monsieur Arthur de Pins.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Desenhos solares 1- Scott Campbell

Por Fábio Ochôa


Enquanto a segunda parte do curso de roteiro não fica pronta (serviço novo, correria, oh, correria) aproveito meu espaço aqui para mostrar alguns artistas que eu gosto muito e que muita gente não conhece.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A Crise chegou em Hollywood

Por Fábio Ochôa


Em 2008, no auge da crise econômica me convidaram para fazer uma série de tiras sobre o tema.

Fazer tiras é uma missão ingrata. Pouco espaço para desenvolver uma idéia, tenho uma dificuldade absurda com elas.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Curso de roteiro

Por Fábio Ochôa


Há pouco tempo, a professora de História em Quadrinhos da UFPel perguntou se eu não desenvolvia algum tipo de oficina de roteiro (área deficitária em 99% dos alunos).

Sempre escrevi, hoje trabalho profissionalmente com texto, mas nunca tinha sistematizado uma construção criativa, como quase todo mundo, aprendi na tentativa e erro o que funcionava e o que não.

O que você vê abaixo e nos próximos posts, é o andar deste curso, e lembre-se, tudo abaixo é completamente subjetivo.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Aventuras em Pelotas

Por Fábio

Na sexta-feira dia 3 de dezembro de 2010, fui à colônia em conjunto com outros alunos da disciplina Excursionismo, oferecida pela ESEF/UFPel e ministrada pelo professor Ênio. Fomos realizar uma aula prática, que consistiu em fazer um trekking (caminhada por trilhas) pela região da colônia Maciel, passamos por dentro de um antigo túnel ferroviário desativado, pelas ruínas de um velho moinho, pelas Três Pontes e terminamos no Templo das Águas onde tomamos banho nas piscinas de pedra e corredeiras do local.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Besouro Verde

Por Fábio Ochôa


Faz aproximadamente uns dois dias que aconteceu (mezzo acidentalmente, mezzo aleatório) o encontro nerd da geração old school. Imagino que esse seja o momento em que você me pergunta “ok, e daí?”, e eu respondo habitualmente rápido (ênfase nessa palavra, pequeno gafanhoto) que no meio de serviço, filmagens e trilhões de coisas, eu estava sentindo bastante falta de falar sobre nerdaiadas pop, meio sem perceber.


E nerd que não dá vazão ao seu lado nerd de vez em quando, é um perigo, uma bomba relógio, daquelas que podem um dia, do nada, sair por aí matando gente no cinema (embora do jeito que nossas salas andam atualmente, ir ao cinema já é meio que risco de vida por si só), ou pior, sair por aí, sei lá, vestido de cosplay (e volta à minha mente a imagem de um conhecido de 120 quilos cospleyado -ou seja lá qual for o termo que eles usem- de Goku! O horror! My eyes! O horror!).


Então, com a permissão do nosso estimadíssimo gerenciador e dono do site, Rafael, vamos nerdaiar sobre alguns assuntos aleatórios. Obrigado Rafael, esse homem sabe o que faz.






Besouro Verde – e eles insistem ainda...

Uma das coisas que eu tenho lido atualmente, nem sei bem porque, são as aproximadamente 458 minisséries que a Dynamite publica mensalmente sobre o Besouro Verde.


Tem que ver, é uma coisa de louco, mensalmente chega nas bancas umas duas, três minisséries simultâneas, uns quatro, cinco especiais, e dá-lhe Besouro Verde 1930, origem de Kato, casamento de Kato, os filhos de Kato, Besouro ano 1, Filho do Besouro Verde, Besouro Verde remake, um samba do crioulo doido, dá impressão que eles ganham por quilo de folha impressa e não por gibi vendido.


O pior é que o personagem e a mitologia em torno dele é até legal, uma coisa meio pulp de raiz, parece um daqueles personagens esperando apenas um grande escritor colocar as mãos nele, é meio que um Spirit sem o Will Eisner, se é que vocês me entendem.


As histórias não chegam a ser ruins e nem muito boas também, lembram muito o tipo de trama que o Fantasma e o Mandrake topavam por aí, geralmente bem despretensioso e bem amarradinho, pensando bem, parece o tipo de gibi ideal para alguém começar a ler gibi, os roteiros são de gente como Kevin Smith (adaptando na verdad


e o roteiro rejeitado que ele escreveu para o filme do Besouro Verde), Matt Wagner (é bem legalzinha a mini sobre o Ano 1 do nosso herói que não amadureceu ainda) e mais uns desconhecidos aí.


O filme dele, após uma produção bastante conturbada, estréia esse ano, dirigido pelo Michel Gondry, dos ótimos Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança e Rebobine por Favor, aparentemente uma escolha tão adequada para um filme de herói quanto escalar a Amy Winehouse para fazer campanha de combate às drogas. É ver no que vai dar.


Segundo o DataFolha, só nos catorze minutos que demorei digitando isso acabou de chegar mais duas minisséries e um especial dele nas bancas.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Os super veículos da década de 80

Por Jacques


Além dos brinquedos divertidos, roupas ridículas, heróis de desenho animado certinhos (sem o retardamento do “Tem que ter final!” de hoje em dia) e medo de guerra nuclear, a década de 80 ficou conhecida pelos seus exageros ficcionais, e, entre estes, destacaram-se as séries de tv onde o astro era um veículo tecnologicamente turbinado.


Via de regra, as séries naquele tempo sempre começavam com um episódio piloto longa metragem, onde eram explicadas a origem da série e as motivações que levavam os personagens a fazerem os absurdos que faziam.


E o piloto do veículo em questão era quase sempre um cara simpático e intelectualmente pouco invejável (para poder agradar simultaneamente o público masculino, que se imaginava no lugar dele, e o público feminino, que se imaginava com ele), que tinha um amigo nerd que tinha a função de explicar ao público como o veículo funcionava e consertar o dito cujo quando este era danificado por alguma peripécia divertida/idiota do bonitão, que, em algum momento da série, tinha sua vida salva pelo amigo nerd.


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